Vendas para o Dia das Crianças podem cair, se comparadas a 2015

Pesquisa da FCDLESP afirma que expectativas de vendas são baixas, por outro lado, fim de ano pode aquecer vendas no estado de São Paulo.

As previsões não são boas. Mas, para Mauricio Stainoff, o Dia das Crianças é lembrado por toda família e, mesmo em meio à crise política e econômica atravessada pelo país, pode representar um motivo para se comprar as famosas lembrancinhas.

As previsões não são boas. Mas, para Mauricio Stainoff, o Dia das Crianças é lembrado por toda família e, mesmo em meio à crise política e econômica atravessada pelo país, pode representar um motivo para se comprar as famosas lembrancinhas.

Uma pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo) aponta que os lojistas acreditam em uma redução nas vendas para este Dia das Crianças se comparado ao mesmo período do ano passado. Para 2016, a expectativa não passa de 5%, sendo que em 2015 o crescimento foi em média de 7%. 

Para o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff, o Dia das Crianças é lembrado por toda família e, mesmo em meio à crise política e econômica atravessada pelo país, pode representar um motivo para se comprar as famosas lembrancinhas. “Mesmo com a grande participação dos eletrônicos, o ticket médio não será alto, com estimativa de R$60,00 a R$100,00, tendo destaque para os setores de brinquedos, eletrônicos, seguidos por roupas”, explica. 

Região de Guarulhos 

Enquanto algumas cidades do estado apostam em queda de vendas, a região de Guarulhos, considerando a cidade de Arujá, espera boas expectativas para vagas temporárias. Segundo o diretor comercial da CDL deArujá, Wagner Sousa, serão abertas aproximadamente 50 vagas temporárias na região, sendo o setor de eletrônicos o campeão em vendas. “Acreditamos que com a saída do atual governo as coisas possam se encaminhar para uma melhor condição, entretanto o período ainda é de uma recessão financeira”, afirma. 

Litoral 

Na região do litoral, os setores que apresentam mais chances de faturamento são os de vestuário e brinquedos, por serem produtos de menor valor agregado. Segundo o presidente da CDL de Praia Grande, Antonio Luiz de Souza, a região não apresenta possibilidade de abertura de vagas temporárias devido à redução no faturamento se comparado ao ano anterior. 

Interior 

O presidente da CDL de São José do Rio Preto, Carlos Mollon e Souza, diz que a expectativa de vendas para a região é de manter os números do ano passado. “Além da influência direta no poder de compra das pessoas, o medo do amanhã tem segurado o consumo em grande parte da população”, afirma.  A região aposta que o setor que renderá mais vendas será o de brinquedos.

Para o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff, a proximidade com o final do ano pode ser oportunidade para uma possível recuperação do setor. “Mesmo com baixas expectativas, a proximidade com as festas de fim de ano e a Black Friday em novembro pode aquecer o comércio em todo o estado. As duas ocasiões são boas oportunidades para empresários e consumidores. Fatores políticos e eleições no estado também serão determinantes para os próximos comportamentos de compras”, explica.

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