Probióticos são realmente eficazes? Descubra os benefícios desses organismos

Incluir os prebióticos (fibras) na alimentação, fará com que a microbiota intestinal seja nutrida
O equilíbrio e a saúde do trato gastrointestinal têm apresentado uma importância sobre o restante do organismo muito maior do que se pode imaginar. As inúmeras bactérias presentes nesta região podem beneficiar ou atrapalhar o andamento natural do organismo. Para manter essa equação positiva, a nutricionista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Silvia Ribeiro Messalem, aconselha fazer o uso frequente de probióticos e prebióticos.

Segundo a especialista, o intestino humano é composto por milhões de bactérias, porém para que se mantenham em equilíbrio é preciso incluir os probióticos na rotina alimentar. “Para que a microbiota intestinal se mantenha saudável, e possa trazer muitos benefícios como a prevenção de doenças, manter fontes de probióticos vindas da alimentação ou dos probióticos industrializados é necessário”, explica a especialista.

As vantagens não se restringem só à prevenção de doenças, na lista de pontos positivos ainda é possível adicionar a melhora da função intestinal, auxílio na digestão e absorção de nutrientes, garantia do equilíbrio da microbiota intestinal, controle do excesso de peso, destacando-se o fortalecimento do sistema imunológico.

Segundo a nutricionista, o consumo pode ser feito por meio de produtos como iogurtes naturais, feitos com o tão falado kefir, leites fermentados, kombucha e alguns produtos orientais a base de soja. Entretanto, ela ressalta que muitos desses alimentos podem conter quantidade alta de açúcar, o que deve ser um alerta, além do que, muitos deles para se manterem vivos dependem de temperatura adequada, por serem termosensíveis.

“Essas peculiaridades, como a questão de temperatura, por exemplo, podem interferir na ação das bactérias se forem em alimentos. Por isso, muitos profissionais preferem indicar o produto pronto, seja manipulado em cápsula ou em pó liofilizado, até por uma questão da praticidade também”, cita.

Cada indivíduo necessita de um grupo específico de bactérias. “É preciso uma avaliação adequada para a identificação de quais cepas, ou seja, qual grupo de bactérias específico devem ser usados para apresentar melhoras nos sintomas referidos, afim de garantir maior benefício ao indivíduo. De modo geral, o mix de lactobacillus e bifidobacterias não é padrão, são sugeridos conforme os sinais e sintomas de cada paciente. Porém é necessário ficar atento, pois em altas doses pode gerar desconforto, gases e inchaço”, recomenda-se como melhor opção de horário 1 dose antes de dormir, lembrando que dependendo do caso, é possível administrar 2X ao dia, ou conforme orientação do nutricionista, aconselha Silvia Ribeiro Messalem.

Não menos importante, incluir os prebióticos (fibras) na alimentação, fará com que a microbiota intestinal seja nutrida e mantenha-se em crescimento, pois as fibras serão fermentadas pelas bactérias (probióticos) proliferando as bactérias benéficas ao organismo.
 
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