Parceria entre o Instituto Auá e a Manioca facilita o acesso aos produtos da sociobiodiversidade da Amazônia

Pela parceria comercial o Auá amplia as ações para fazer com que os alimentos dos biomas brasileiros sejam mais acessíveis ao consumidor final, ao canal food service e indústria de alimentos paulista.

Alguns do muitos itens da linha de produtos amazônicos do Instituto Auá e da Manioca.

A parceria entre a Manioca e o Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental está entre as principais missões do Auá, que é promover o elo entre a produção e o consumidor, de produtos de origem, que valorize as comunidades tradicionais, como quilombolas, indígenas, agricultura familiar, conferindo-lhes trabalho e renda e bem-estar e que cidadãos paulistas, do maior mercado consumidor brasileiro possam ter esses alimentos na mesa, promover mais saúde e sabor e contribuir para a preservação dos biomas brasileiros.

“O Instituto Auá comercializa todos os nossos produtos, nossa expectativa com essa parceria é ampliar a participação da Manioca no mercado paulista, tornar nossos produtos mais conhecidos do grande público, como o Tucupi, por exemplo queremos em breve que ele seja como o azeite, de uso cotidiano das pessoas, utilizado em preparações do dia a dia, como risoto, carnes, aves, enfim que o produto faça parte do cesto de alimentos das pessoas, destaca Paulo Reis, diretor da Manioca”.

A Manioca mantém 28 pessoas para na sua operação, que impactam 37 famílias da diversidade produtiva. Todos os produtos da Manioca têm algum ingrediente oriundo da socio biodiversidade amazônica, ou seja, que vem do bioma em si ou de alguma técnica cultural.

Programa Raízes estreita relação com a comunidade

A Manioca criou o programa Raízes que organizou a relação com os pequenos produtores, que em geral são agricultores que estão na agricultura familiar, no extrativismo ou em algum outro tipo de produção tradicional, como é o caso da farinha e o tucupi.

Para esses produtores a Manioca tem três objetivos:

  • Monitorar suas respectivas áreas de produção para evitar o desmatamento
  • Gerar renda por meio de compras, sem a presença dos atravessadores
  • Gerar assistência técnica para que tenham suas atividades profissionalizadas, se desenvolvam e até conseguir motivar as gerações futuras a continuarem neste trabalho.

O propósito é manter e ampliar a qualidade de vida das pessoas que estão na floresta, fazendo com que tenham renda a partir daquilo que são da sua cultura, e a floresta fica protegida porque as pessoas estão ocupando este espaço, agregando valor à sociobiodiversidade.

“O Instituto é pioneiro na comercialização de frutos nativos da Mata Atlântica para indústria, varejo e prefeituras, por meio do PNAE — Programa Nacional de Alimentação Escolar, e essa parceria com a Manioca amplia nossas ações encurtando o caminho dos produtos amazônicos aqui para os consumidores paulistas, onde concentramos a operação em nosso Armazém Biomas, fazemos a comercialização, logística e distribuição até o destino final, com produtos sustentáveis, saudáveis e agroecológicos desse importante bioma e da Manioca, do estado do Pará, que desenvolveu produtos que agregam ingredientes de pequenos produtores, comunidades indígenas e agricultura familiar, sempre pensando em conservar e manter a floresta em pé e promover saúde”, destaca Gabriel Menezes, presidente do Instituto AUÁ.

Assista, abaixo, o vídeo dos 20 Anos do Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental

SERVIÇO:

Saiba mais sobre os produtos da Manioca no canal do YouTube @institutoaua

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