
O mundo caminha para uma nova Revolução Verde impulsionada pela tecnologia e apoiada pelos consumidores, que exigem saber mais sobre a origem de seus alimentos. Também conhecida como Revolução Biológica, esta nova onda no campo baseia-se da Agricultura de Precisão, cultivos de cobertura, insumos biológicos – em vez de químicos – e ferramentas inovadoras que melhoram a saúde do solo, a biodiversidade e a qualidade da água, dentro do conceito de soluções baseadas na natureza.
O foco da segunda Revolução Verde é, portanto, a saúde do solo. Como restaurar a terra para servir ao seu propósito original de entrega eficiente de nutrientes às plantas, purificar e reter a água, ajudar as plantações a resistir naturalmente às doenças e armazenar carbono, reduzindo os efeitos das mudanças climáticas. A Nespresso acredita que o café de qualidade e a sustentabilidade das comunidades agrícolas estão interligados e que, somente a partir da confiança e relacionamentos duradouros, é possível fazer a diferença.
A busca pelo equilíbrio ambiental entre a biodiversidade e o melhor aproveitamento do cultivo de café levou, em 2003, ao nascimento do pioneiro Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável que, dois anos depois, foi adaptado para a realidade brasileira e começou a transformar os meios de vida das fazendas no país. Desde 2005, a Nespresso investiu mais de US$36 milhões no Brasil para incentivar e aumentar a sustentabilidade por meio de assistência técnica aos cafeicultores e premiações por cafés sustentáveis e de qualidade excepcional. As fazendas que têm seu café verificado pelo programa recebem prêmios pagos acima do preço de mercado.
KNOW-HOW EM SUSTENTABILIDADE
Nessa jornada, já são 16 anos de troca com os produtores brasileiros. O programa conta com o know-how em sustentabilidade da Rainforest Alliance e do Imaflora, para a implantação de ferramentas para proteger o futuro do café e das fazendas que o cultivam. “Trabalhando lado a lado aos cafeicultores, é possível observar de perto como as mudanças climáticas afetam não só as plantações, mas todo o equilíbrio ecossistêmico.” comenta Guilherme Amado, Líder do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável ™ no Brasil e no Havaí. Esse testemunho vem acompanhado de estudos que expõem que o aumento das temperaturas trará secas e altas temperaturas. Cerca de metade das terras ao redor do mundo atualmente usadas para produzir café podem ser improdutivas até 2050. E esse número pode chegar a 88% na América Latina.
Embora a mudança climática seja apenas um dos vários fatores que podem afetar o ciclo de vida do café, é provável que seja um dos mais importantes. A cafeicultura é altamente sensível às variações climáticas e o aumento das temperaturas pode tornar certas áreas de cultivo menos adequadas ou completamente inviáveis para a produção. O aquecimento global é de fato uma grande ameaça à resiliência do café e seu impacto não é apenas ambiental, é também na vida de quem o cultiva.
SERVIÇO:
Todas as informações sobre a Nespresso e o compromisso com sustentabilidade podem ser encontradas no site no site www.nespresso.com.
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