Hélio Rubens e Chuí foram convidados pelo Bradesco para conduzir a tocha em um dos principais centros do basquete paulista.

O Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 completa mais um dia no estado de São Paulo. Nesta terça-feira (19), o tour cruzou mais cinco cidades paulistas, começando o dia por Sertãozinho, passando por Jaboticabal, Bebedouro e Barretos, até chegar em Franca, onde será acessa a pira cerimonial ao final das atividades. Ao todo, 21 condutores indicados pela campanha pública do Bradesco carregaram atocha durante o dia.
Hélio Rubens e Chuí, lendas do basquete francano, reviveram a emoção de representar o Brasil nas quadras ao conduzir a chama Olímpica e sentir a vibração da torcida que acompanhou o trajeto em Franca. Para o ex-jogador e ex-treinador da seleção brasileira Hélio Rubens, a responsabilidade de conduzir a Tocha é comparada à de quem vai disputar os Jogos no Rio.
“Eu que vivenciei esse espírito diretamente participando de duas Olimpíadas, sei o que representa. É uma competição esportiva com respeito, disciplina, com aquela vontade de mostrar seus atributos. E cria um clima de amizade maravilhoso. Além de tudo, você está representando o seu país. A honra de representar o Brasil é enorme. E, claro, isso dá uma força muito grande, inclusive na superação daquilo que fazemos. Através do esporte nós temos a possibilidade de mostrar a disciplina, respeito, união, isso faz a pessoa crescer. Estou me sentindo como se eu fosse participar de uma Olimpíada de novo!”, disse.
Já Chuí, o maior cestinha do basquete de Franca e ex-atleta da seleção, revela que a emoção de participar do revezamento é única: “Eu nunca participei de uma Olimpíada, então este é o meu momentoolímpico. Viver isso na minha cidade, onde eu construí a carreira de atleta é muito importante, principalmente para passar aos jovens os valores do esporte e alimentar o sonho das novas gerações que gostam do basquete”.
Além da dupla do basquete, os outros selecionados a partir da campanha de indicação do Bradescopara carregar a tocha foram Newton Marchini Filho, Martim Eduardo Rossanez Neves, a campeã da São Silvestre em 2001 Maria Zeferina Baldaia e Marco Aurélio Esparza, em Sertãozinho; Pedro Wandscheer Zangrando e José Alves de Souza Neto, em Jaboticabal; Guilherme da Silva, em Bebedouro; Emerson do Nascimento, em Barretos; e Loredana Romanato Briquet, Guilherme Dias Gonçalves, Carlos Maniglia, Carina Nalini e Bruno Njaine, em Franca.










