Consciência corporal auxilia no equilíbrio do corpo e da mente

Colégio Wellington amplia disciplina durante isolamento para equilíbrio do corpo e da mente; aulas se estendem a familiares

Disciplina de consciência corporal auxilia alunos e familiares no equilíbrio do corpo e da mente.

Setembro Amarelo é o mês de conscientização do combate a depressão e prevenção do suicídio e, a escola, pode ser uma das instituições essenciais para ajudar nessa campanha. Durante o isolamento social é comum relatos de alunos com sinais de tristeza e que fiquem mais deprimidos pela falta do contato com outras pessoas. Pensando na importância do vínculo emocional e social entre os alunos, o Colégio Wellington Objetivo, em São Paulo, usa a disciplina de consciência corporal para auxiliar alunos e familiares no equilíbrio do corpo e da mente.

“Durante a pandemia a aula passou a ser feita por vídeo conferência e tornou-se um momento especial, pautado em reflexões que vão desde questões ligadas a ansiedade, aceitação do próprio corpo, autoestima a compreensão de questões relacionadas a anseios que o confinamento trouxe” explica o professor de consciência corporal, Antonio Oscar de Paula Filho.

A instituição procura abordar os temas ligados a prevenção, depressão e ansiedade, utilizando uma linguagem apropriada para a idade dos alunos, ajudando-os a manterem o equilíbrio, concentração e disposição. “Em um primeiro momento, notamos a necessidade de incluir ferramentas de autoconhecimento para aos alunos. Posteriormente notamos que as aulas poderiam ir além da questão do corpo, trabalhando técnicas de meditação, colaborando na construção de um censo coletivo mais elaborado, contribuindo na concentração dos alunos e, assim, melhorando sua qualidade de vida e rendimento escolar”, acrescenta Filho.

Sobre a disciplina

Antes da pandemia, as aulas aconteciam em espaços livres da escola, como pátio e quadra, agora, elas acontecem no ambiente virtual.

“Cada aluno dispõe do seu tapete e material oferecido pela escola. A disciplina é aplicada a partir do 2º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio, com duração de 45 até 50 minutos. Assim, os alunos podem praticar de casa e incluir seus familiares nessa participação”, explica o professor.

As aulas são divididas em três momentos:

1- Acolhida e posturas sobre o tapete;

2- Prática mais intensa ou atividade de movimentos do corpo com foco em força, flexibilidade, lateralidade, equilíbrio, entre outros;

3- Relaxamento e reflexão da prática e da nossa conduta como ser humano.

Importância do bem-estar

“Manter uma boa alimentação e prezar pelo sono são condições primordiais para a saúde mental. Um corpo mal alimentado e privado de sono, não tem condições de desempenhar uma boa conduta de convivência, fator primordial para a saúde em tempos de confinamento. Sempre incentivamos os alunos a participarem de atividades domésticas, colaborando assim com a demanda dos pais e responsáveis, desenvolvendo uma consciência de senso coletivo e ressaltando sua importância no bom funcionamento do espaço coletivo” finaliza Antonio Oscar.

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