Uso de cetamina por Elon Musk pode ter relação com inteligência

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O neurocientista Dr. Fabiano de Abreu Agrela, pós PhD em Neurociências e presidente do clube de pessoas com maior QI do mundo pela ISI Society, comentou recentemente sobre a revelação de Elon Musk quanto ao uso de cetamina para tratar um “estado químico negativo”.

A cetamina, um medicamento inicialmente usado como anestésico, ganhou notoriedade por seu potencial no tratamento de certas condições psiquiátricas, incluindo a depressão. Recentemente, ela tem sido estudada por seus efeitos rápidos no alívio de sintomas depressivos, especialmente em casos resistentes a outros tratamentos.

O Dr. Abreu Agrela, ao abordar a situação de Musk, sugere que o uso da cetamina pode ser uma resposta a um padrão observado em pessoas com alto QI. “É possível que não se trate de depressão, mas de um ‘estado depressivo’, comum entre indivíduos de alto QI”, explica Agrela. Ele acrescenta que “um QI elevado muitas vezes está associado a oscilações emocionais mais intensas. Isso, somado ao perfil de perfeccionista adaptativo de Musk, que está sempre se movimentando, pode resultar em uma maior frequência de estados emocionais negativos, o que chamo de coeficiente angular negativo”.

Em uma análise recente sobre a complexidade do pensamento em pessoas de alto QI, o Dr. Fabiano de Abreu Agrela, respeitado em campos da neurociência e em sociedades de alto QI, fez uma observação intrigante. Sem nomear explicitamente, ele falou sobre as qualidades intelectuais de certas personalidades públicas, notáveis por suas contribuições revolucionárias e pensamento avançado, dando a entender, de maneira quase subliminar, que essas características podem ser compartilhadas com membros de grupos seletos de alto QI, potencialmente incluindo figuras como Elon Musk, deixando subentendido a possibilidade dele fazer parte de algumas dessas sociedades de alto QI.

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