Guaraná de Maués: do interior do Amazonas para os consumidores paulistas

Luca D’Ambro, vice-presidente da Copermaués/AM, ao lado dos frutos de guaraná no pé.

Com o objetivo de valorizar o pequeno produtor e facilitar seu acesso ao disputado mercado paulista, o Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental fez parceria com a Cooperativa Agropecuária dos Produtores Rurais de Maués (Copermaués/AM), localizada em Maués, interior do Amazonas, para promover a conexão entre a demanda por saúde e bem-estar via alimentação saudável, preservando o meio ambiente, pois o consumo consciente dos produtos do bioma transforma a realidade social e econômica dos produtores da região e amplia o conhecimento de consumidores de outras regiões do país sobre a diversidade dos alimentos da Amazônia.

“Percebemos que o Movimento era exatamente o que nós precisávamos, porque Maués é a cidade do guaraná, produto especial e único, por isso que tem o Selo de Identificação Geográfica, mas as dificuldades de comunicação, internet instável, logística complexa por vários modais, falta de mão de obra especializada, isso tudo é um grau de dificuldade para escoar e comercializar, e o Amazonas em Casa, Floresta Pé e o Instituto Auá realizando a operação comercial em São Paulo, proporcionou oportunidade para a Copermaués de se expandir no mercado paulista”, afirma Luca D’Ambros, vice-presidente da Copermaués e vice- presidente da Associação da Indicação Geográfica do Guaraná de Maués.

Ainda segundo ele, na Cooperativa foi estruturada uma usina de beneficiamento do guaraná, o que possibilitou maior valor agregado ao produto: é um guaraná fino, solúvel, delicado, e para ser tomado com água, suco ou outras receitas, o nosso guaraná é ideal, porque vem de uma tradição indígena então colocamos nosso produto num patamar especial com preço justo ao consumidor e valorizando o produto.

Todas as embalagens possuem um QR Code que identifica a origem de quem é o produtor ou comunidade onde foram coletadas as castanhas daquela garrafa específica.

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Produtos têm origem exclusivamente de pequenos produtores da agricultura familiar.

Guaraná de Maués – Segundo dados da EMBRAPA, o Guaraná de Maués tem mais cafeína, em função do microclima da região e do sistema de beneficiamento ainda tradicional, e por isso a dose diária recomendada é de máximo 3g para não ter efeitos colaterais indesejados. Nas cápsulas de 500mg a quantidade de cafeína chega a 20mg, e apesar de não ser a forma tradicional de consumo do guaraná autêntico, elas propiciam uma grande praticidade: a quantidade de guaraná pode ser controlada com exatidão, inclusive para quem tem sensibilidade ao produto. Podem ser tomadas em momentos diferentes, distribuindo a dose diária ao longo do dia, conforme necessidade de energia. A única indicação é evitar consumir à noite, a não ser que se tenha uma programação especial.

Outro diferencial do Guaraná de Maués é sua origem exclusivamente de pequenos produtores da agricultura familiar, na maioria produzindo entre 100 e 500 kg de guaraná ao ano. As frutas são colhidas a mão somente quando maduras e as sementes são torradas em tachos de barro por mais de 6 horas.

Todo esse processo, o cuidado com o manejo da fruta, resulta em benefício para o produtor, pois com o trabalho da cooperativa ele tem destinação correta de um produto de qualidade, suporte da cooperativa nas suas demandas e consegue atingir mercados como o de São Paulo, e outras regiões do país, com consumidores que buscam por produtos de valor agregado.

O produto pode ser encontrado nas seguintes apresentações e embalagens:Guaraná de Maués em pó IGP (Selo de identificação Geográfica) – 186g; Guaraná em pó Certificado Orgânico – caixa 10 unidades;Guaraná em pó Certificado Orgânico – Selecionado 125g; e Guaraná Orgânico em cápsula vegetais com 100 cápsulas de 500mg

Azeite extravirgem de Castanha do Brasil – 250 ml

O produto é rico rico em ácido graxos, vitaminas e sais minerais.

Fruto da primeira extração de castanhas de padrão exportação com uma prensa a frio 100% inox é resultado de uma sinergia entre coletores dessa matéria prima riquíssima, extrativistas tradicionais das comunidades ribeirinhas, mas com boas práticas de coleta e manejo, e um processo industrial lento e pequeno, em contra tendência à clássica ideia da eficiência industrial, mas que por suas peculiaridades consegue preservar ao máximo todos os ativos e propriedades nutricionais, além de garantir a rastreabilidade até o lugar de coleta das sementes.

É muito rico em ácido graxos, principalmente ácido linoleico, linolênico, oleico, ácido palmítico, vitaminas A e E, diversos minerais e oligoelementos, como cálcio, ferro, zinco, potássio e selênio.

“O Instituto é pioneiro na comercialização de frutos nativos da Mata Atlântica para indústria, varejo e prefeituras, por meio do PNAE — Programa Nacional de Alimentação Escolar, e essa parceria com a Copermaués amplia nossas ações encurtando o caminho dos produtos amazônicos aqui para os consumidores paulistas, onde concentramos a operação em nosso Armazém Biomas, fazemos a comercialização, logística e distribuição até o destino final, com produtos sustentáveis, saudáveis e agroecológicos desse importante bioma e da Copermaués, que desenvolveu produtos que agregam ingredientes de pequenos produtores, sempre pensando em conservar e manter a floresta em pé e promover saúde”, destaca, por sua vez, Gabriel Menezes, presidente do Instituto AUÁ.

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