Paulistanos não têm motivos para comemorar neste 1º de maio, aponta FecomercioSP

Entidade reforça a necessidade de medidas emergenciais para diminuição do desemprego, em razão da queda no faturamento das empresas e da redução de investimentos em novas oportunidades de trabalho.
Entidade reforça a necessidade de medidas emergenciais para diminuição do desemprego, em razão da queda no faturamento das empresas e da redução de investimentos em novas oportunidades de trabalho.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio do seu Conselho de Emprego e Relações do Trabalho, considera que os paulistanos não possuem razões para celebrar neste domingo, 1º de maio, data em que se comemora o Dia do Trabalho. Segundo a Entidade, só no segmento varejista, já são mais de 60 mil postos de trabalho formais eliminados nos últimos doze meses.
 
Para José Pastore, presidente do Conselho, com o nível de desemprego tão alto, a única coisa que poderia ser comemorada neste dia seria a sinalização de retomada do crescimento da economia que proporcionasse a geração de mais empregos.  Para a melhoria do cenário trabalhista em nosso país, o especialista reforça a necessidade do ajuste nas contas públicas, segurança jurídica nas relações de emprego, mais equilíbrio entre o negociado e o legislado, flexibilização em aspectos essenciais, como por exemplo, na jornada de trabalho, e mais clareza na prestação de serviços terceirizados.
 
“Uma medida que poderia trazer resultados em curto prazo seria o desenvolvimento de políticas reativas que ofereçam maior segurança aos empresários e incentivem a criação de oportunidades de trabalho com menores encargos trabalhistas”, sugere Pastore.

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