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Os profissionais que utilizam voos para reuniões de negócios estão muito mais otimistas para o retorno às viagens corporativas. Globalmente, cerca de 75% esperam viajar da mesma forma ou mais do que viajavam antes da pandemia, segundo pesquisa internacional Traveller Sentiment Survey da consultoria Oliver Wyman.
O levantamento, que ouviu 5.300 pessoas em nove países (Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos) no mês de julho, mostra que os chineses, americanos e australianos estão dispostos a viajar mais a negócios. Eles planejam viajar devido a um aumento nas atividades dos negócios.
Segundo a pesquisa, haverá um “catch up” nas viagens de negócios e as reservas aumentarão significativamente no curto prazo. Porém, no médio a longo prazo, de acordo com o estudo, as viagens de negócios podem sofrer um declínio ou se estabilizar em um nível inferior ao da pré-pandemia, devido mudanças duradouras nas formas de trabalho e nas políticas das empresas.

Viagens a lazer – 66% planejam viajar nos próximos seis meses
O estudo também mapeou o comportamento das pessoas em relação às viagens a lazer. Três quartos dos entrevistados esperam viajar mais no futuro em relação ao total de viagens que fizeram antes da pandemia. Nesse sentido, 66% planejam viajar dentro do seu país nos próximos seis meses.
Em relação aos gastos, quase um terço espera que seus orçamentos sejam mais apertados. Por isso, essa parcela planeja gastar menos em voos e amenidades de viagens. Já aqueles com maior orçamento disponível, planejam gastar mais em viagens longas, jantares e outras experiências disponíveis no destino.

Preço é fator decisivo no momento da viagem
O preço é o critério mais importante nas decisões de deslocamentos: 66% dos viajantes globais classificaram o preço como fator decisivo para comprar um voo.
Compartilhamento de dados sobre saúde
A pesquisa da consultoria Oliver Wyman também investigou se os viajantes estão dispostos a participarem de programas de companhias aéreas e autoridades públicas que solicitem dados de saúde.
Globalmente, quase 70% das pessoas estão dispostas a se inscrever em um programa de identificação digital que inclua o status da vacina e outros dados de saúde.
Os entrevistados vacinados estão mais dispostos a compartilhar os seus dados, em comparação com os viajantes não vacinados .
Mais informações sobre a pesquisa clique aqui.
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