Samsung lança o projeto Engenhoca Criativa no CEU Capão Redondo

Iniciativa busca discutir democratização ao acesso à tecnologia e unir a formação humana e tecnológica na aprendizagem.

A Samsung realizou, nesta terça-feira (15), o lançamento da primeira edição do Engenhoca Criativa, projeto social em parceria com a Associação AlfaSol (Associação Alfabetização Solidária) e Explorum Educacional, que visa unir conceitos de tecnologia e educação social para desenvolver a cultura de aprendizagem criativa. O evento aconteceu no teatro do Centro Educacional Unificado (CEU) Capão Redondo, localizado na zona sul de São Paulo, e reuniu cerca de 160 jovens com idade entre 14 e 24 anos, de quatro comunidades da Zona Sul de São Paulo, como CEU Capão Redondo, CEU Feitiço da Vila, CJ Magdalena e CJ Riviera-Centro São José.

Promovido pela área de Cidadania Corporativa da Samsung, o projeto tem como questão central democratizar o acesso à tecnologia, unindo a formação humana à tecnológica, através de aulas em que alunos experimental criações e exploram a cultura maker. O objetivo é levar aos moradores das comunidades em situação de vulnerabilidade social a possibilidade de aprimorar capacidades, ampliar competências emocionais, desenvolver habilidades empreendedoras e vivenciar experiências de aprendizagem.

Isabel Costa, Gerente de Cidadania Corporativa da Samsung, reforça a importância do apoio a ações e projetos que impactam positivamente a sociedade. “Essas iniciativas proporcionam uma nova visão da realidade e estimulam o engajamento para a criação e o desenvolvimento de soluções que resultem em melhorias na vida de todos. O projeto Engenhoca Criativa é voltado principalmente para a Educação, que é o princípio da mudança de toda sociedade”, destaca.

Tecnologia que transforma

Entre os assuntos abordados nesta edição da Engenhoca Criativa estão a cultura maker e como a tecnologia transforma a dinâmica de aprendizagem com uma linguagem capaz de integrar e estimular habilidades ao método de ensino. O evento realizará também uma roda de conversa para discutir empreendedorismo e o uso de tecnologia nas etapas criativas, como idealizar, aprender, prototipar, empreender e transformar.

“Nos preocupamos em criar um movimento de inovação e sempre tivemos em mente mudar políticas públicas, fazendo chegar a locais vulneráveis de todo o Brasil uma metodologia educacional única e atual”, explica o co-fundador da Explorum, Eduardo Azevedo.

O painel de debate foi mediado pelo gerente de projetos da Associação AlfaSol, Bruno Novelli, e composto por Caio Rocha, co-fundador da Guimo e board member na 4LAB; Regina Archer, diretora executiva da Laboratória Brasil; e Evelly Silva, produtora cultural da ONG A Banca.

“Acredito na inovação e na importância da democratização do acesso às ferramentas de tecnologia para promover mudanças necessárias com vista à diminuição das desigualdades sociais. Projetos inovadores podem ser concebidos e executados fora dos espaços formais de educação, em ‘espaços de fazer’, onde a construção coletiva possibilita a união de pessoas com conhecimentos distintos que se unem para construir soluções práticas e uma realidade social mais justa”, diz a diretora da Associação AlfaSol, Maristela Miranda Barbara.

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