
O dress code corporativo ficou mais flexível nos últimos anos, mas a aparência ainda influencia a forma como profissionais são percebidos no ambiente de trabalho, e isso inclui cabelo, barba e estilo. Nesse cenário, detalhes como o “risquinho” no cabelo, popular em barbearias e entre homens de diferentes idades, ainda geram dúvidas sobre aceitação em ambientes profissionais.
Essa leitura passa por fatores como a cultura da empresa, o perfil do setor e até o tipo de interação no dia a dia. Em áreas mais tradicionais, como jurídico e financeiro, a formalidade ainda tende a prevalecer. Já em segmentos como tecnologia, marketing, comunicação e vendas, a aparência costuma ser encarada com mais flexibilidade.
Segundo o barbeiro e empreendedor Danilo Reis, a percepção sobre cortes de cabelo no ambiente profissional vem mudando, acompanhando transformações no próprio mercado de trabalho. “Hoje, a imagem pessoal está muito mais ligada à identidade e ao posicionamento do profissional do que a regras rígidas de aparência. O risquinho, quando combinado com um corte alinhado, pode transmitir estilo, cuidado e personalidade sem comprometer a imagem profissional”, explica.
CONTEXTO DO CORTE
De acordo com o especialista, o ponto central não é o detalhe do corte, mas o contexto. “O que faz diferença no ambiente corporativo é o conjunto da imagem: cabelo bem cuidado, barba alinhada, roupas adequadas e postura profissional. A imagem funciona como uma comunicação silenciosa e precisa estar alinhada com o ambiente e com os objetivos de carreira”, afirma.
Danilo ainda reforça que a dúvida é comum entre clientes, especialmente entre profissionais mais jovens ou em início de carreira. Nesses casos, a recomendação é adaptar o estilo ao ambiente. “É possível fazer um risquinho mais discreto, fino ou até incorporado ao degradê, o que deixa o visual mais sutil. Assim, a pessoa mantém o estilo sem chamar tanta atenção”, orienta.
A discussão também reflete uma mudança cultural mais ampla. Com o avanço do trabalho remoto e a flexibilização dos códigos de vestimenta, empresas passaram a valorizar cada vez mais habilidades comportamentais, resultados e capacidade técnica, enquanto padrões estéticos rígidos perderam força.
“Hoje, a imagem profissional está muito mais ligada à credibilidade, confiança e coerência com o ambiente do que a seguir um padrão único. Sentir-se bem com a própria aparência também impacta diretamente na postura e na forma como o profissional se posiciona”, conclui Danilo.
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