Regente Fiúza: a perfeita amálgama entre ficção e realidade

Escritor Gabriel Lombardi promove reflexão sobre as disputas políticas enfrentadas pela humanidade ao longo dos séculos em ficção ambientada em universo paralelo.

Caracterizada por diálogos marcantes, obra direciona os leitores à reflexão sobre disputas políticas.

Um chefe em busca de ascensão, uma rainha em busca de guerra, sacerdotes em busca de sucesso. Os personagens de Regente Fiúza têm uma história para vender e o tempo é o único com poder de torná-la uma verdade absoluta.

A obra de estreia do escritor Gabriel Lombardi, caracterizada por diálogos marcantes, direciona os leitores à reflexão sobre disputas políticas, conflitos territoriais, jogos de poderes e passagem do tempo. Ao longo dos anos e dos séculos, no passado ou no presente, o tempo, um dos principais personagens da trama, é quem influencia na construção da história de toda a humanidade.

Logo nas primeiras páginas o autor apresenta Áramus, o kafa, considerado o líder da Temérsia. Apesar de parecer ser este um cargo de prestígio, Áramus não era um sujeito amado, mas sim alguém que acumulava conflitos a serem resolvidos e culpado por qualquer infortúnio que pousasse sobre o clã. Entre suas funções estavam gerir as defesas do clã, o comércio, as taxas de travessia, a diplomacia e, principalmente, manter os pobres longe dos ricos.

Um dos personagens marcantes na trama é Gardel, que fica abrigado na casa de Áramus após atracar em seu porto e não ter nada de valor para pagar a travessia. O sujeito estranho só revela seu nome na hora de partir.

“Nunca poderia ter imaginado a importância daquele encontro. O próprio pescador nunca desconfiaria do impacto que causara. De fato, Áramus também não compreenderia a total dimensão de tudo aquilo. Gardel era o nome dele, um estranho pescador feliz por uma recepção hostil. Uma simpática e sofrida feição de um homem comum. Áramus ainda não sabia, mas os dois haviam acabado de mudar o mundo e o mundo aprenderia como aqueles homens haviam acabado de mudar a história”.

Temérsia, por ser um estreito, se tratava de um território estratégico e cobiçado por permitir a passagem de pessoas e mercadorias de leste a oeste. Os mercadores da elite, a mais alta casta, eram quem realmente governavam e viviam em topos de colinas por serem superiores e mais próximas aos deuses. A casta intermediária consistia em sacerdotes e servos dos deuses, logo abaixo estavam os militares e, aos pés das colinas, na baixa Temérsia, ficavam os bastans, o povo comum.

Por utilizar elementos reais, Regente Fiúza é ambientada em uma realidade paralela com o objetivo de oferecer maior liberdade criativa e evitar más intepretações sobre a real mensagem da obra. “A fonte de inspiração para desenvolver o livro foram as consequências de pequenos gestos individuais que mudavam a história e moldavam nossa cultura e forma de pensar”, declara Gabriel.

Sobre o autor: Gabriel Lombardi nasceu em São Paulo em 1991, formado Bacharel em Ciências e Tecnologia pela UFABC com passagens pela Monash University em Melbourne, na Austrália. Com o grande interesse por ficção, decidiu por compartilhar os mundos em sua cabeça com o mundo ao seu redor. Regente Fiúza é sua primeira publicação e apresenta um mundo novo onde a ficção e a realidade se entrelaçam em uma perfeita amálgama.

Serviço:

Título: Regente Fiúza
ISBN: 978-85-5454-832-2
Editora: Viseu
Altura: 23,5 cm
Largura: 16 cm
Páginas: 299
Preço: 49,40 (capa comum), 12,90 (ebook)
Link de venda do livro: http://amzn.to/35EqkIw
Instagram: @gdblombardi

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