Marcas da Concha y Toro crescem em 2021

No Brasil, Marques de Casa Concha segue como marca líder no segmento Premium, de acordo com a Nielsen.

ack de Luxo com rótulos Marques de Casa Concha.

Há bons motivos para a Concha y Toro celebrar e abrir seus melhores vinhos neste fim de ano. Marques de Casa Concha, linha premium com oito rótulos, por exemplo, dobrou de volume no Brasil nos últimos 5 anos, sendo que em 2020 a marca cresceu 25% no país, mantendo-se líder no segmento Premium, com 17,8% de Market Share (Nielsen Scantrack – setembro 2021).  O Brasil é o segundo maior mercado de Marques de Casa Concha no Mundo, atrás do Chile, fato que motivou a recente campanha Descobridores, protagonizada pelo enólogo Marcelo Papa e o chef Felipe Bronze.

“O Brasil é, sem dúvida alguma, um dos mercados mais importantes para a Viña Concha y Toro em todo o mundo. A companhia tem suas marcas distribuídas em mais de 130 países, mas categoriza internamente o mercado Brasileiro como A+; ou seja, aquele que está entre os que recebe maior foco, investimento e atenção de todo o grupo. Isto se reflete nos números apresentados pelo Brasil, que tem apresentado crescimento duplo dígito nos últimos anos. Hoje o país é o 4º maior mercado da Viña Concha y Toro em valor de vendas em todo o mundo, atrás apenas de Inglaterra, Estados Unidos e Chile”, comenta o CEO para o Brasil, Mauricio Cordero ( Cordero sem ‘i”)

Isabel Guilisasti, VP e herdeira da Concha Y Toro.

A vice-presidenta de Vinhos Finos e Imagem Corporativa, Isabel Guilisasti aponta que o consumidor brasileiro está mais conectado do que nunca com a categoria de vinhos e com isso, muito mais exigente. “Mesmo antes da pandemia, o brasileiro evoluiu muito seu conhecimento, seja por que viajou e conheceu vinícolas em países produtores, ou por que no Brasil mesmo se interessou em conhecer mais sobre o mundo do vinho. Isso criou uma situação de oportunidade no mercado, que se intensificou durante o período da pandemia. Esta exigência fica ainda mais evidente quando falamos sobre a venda de vinhos finos e de alta gama no Brasil, que está muito aquecida. Existe um segmento de consumidores muito relevante no Brasil que busca os melhores vinhos provenientes de todo o mundo”, disse a executiva.

Para estes consumidores, a Concha y Toro relançou um portfólio de marcas denominado “Cellar Collection” que apresenta o conjunto de marcas de vinhos de alta gama da companhia: Amélia, Terrunyo, Carmin de Peumo e Gravas del Maipo. São marcas que traduzem a expertise da vinícola em elaborar vinhos de classe mundial e que tiveram encaixe perfeito com este novo consumidor brasileiro mais exigente. São produções bastante limitadas em volume, e hoje 6 meses depois deste lançamento a Concha y Toro tem dificuldade de atender toda a procura por estes vinhos.

Outro exemplo é o de Don Melchor, ícone Chileno e reconhecido como um dos melhores Cabernet Sauvignon do Mundo, que teve crescimento meteórico nas vendas em todo o Brasil após apresentar uma premiação de 100 Pontos pelo crítico de vinhos James Suckling. O Brasil hoje é o maior mercado consumidor para esta marca, que é comercializada a R$ 1.300 reais.

Chef Felipe Bronze e enólogo Marcelo Papa no lançamento da Campanha Descobridores. (Foto: Ricardo Hara)

“A Concha y Toro foi uma das principais responsáveis para introdução da cultura dos vinhos importados no Brasil, movimento liderado por Reservado Concha y Toro uma marca que possuí grande qualidade e é acessível ao consumidor brasileiro em todo o país – hoje a companhia já vende mais de 12 Milhões de garrafas desta marca. Hoje, em função desta clara estratégia de Marcas Premium, grandes iniciativas de comunicação e marketing trazem maior proximidade com o consumidor Brasileiro. Casillero del Diablo, maior marca da companhia, tem exemplos de grandes atividades locais e globais, seja com parceiros locais como uma parceria com o Chef Enrique Fogaça, ou em atividades globais, como uma campanha Hollywoodiana com a presença do renomado Ator Pedro Pascal”, acrescenta Mauricio Cordero ( sem “i”) .

No mercado global, a Viña Concha y Toro fechou o terceiro trimestre com um aumento de 15,4% no lucro ano-a-ano, o que o grupo atribuiu a um melhor mix de produtos e melhoria do mercado interno. A marca líder da companhia, Casillero del Diablo, por sua vez, teve mais de 100% de crescimento em valor durante o terceiro trimestre. O crescimento significa que o grupo atingiu um lucro de US $ 30.316 milhões neste período, enquanto acumulou US $ 68.062 milhões de lucro nos primeiros nove meses de 2021, representando um aumento ano-a-ano de 23%.

O resultado foi alcançado apesar da queda de 2,9% nas receitas entre julho e setembro, ocasionado por menores vendas no mercado externo e nos Estados Unidos, em função do que o grupo descreveu como “uma crise global de logística de transporte marítimo e terrestre”. Em contrapartida, o mercado interno apresentou aumentos de vendas em valor de 25,1%, refletindo o aumento do preço médio do vinho e as fortes vendas na categoria de cervejas e destilados, enquanto a Argentina registrou um aumento de 36,8%. “No trimestre, a empresa se concentrou em administrar esta crise da cadeia de suprimentos, alavancada nos pontos fortes de seu modelo de distribuição integrado,” disse o CEO no Chile, Eduardo Guilisasti.

Pack de luxo de Don Melchor .

Ele acrescentou que no entanto, o impacto da crise nas remessas foi traduzido em uma queda de 2,9% na receita consolidada no terceiro quarte em 2021. Com isso, a receita teve aumento de 4,3% nos nove meses encerrados em 30 de setembro, na comparação com o ano anterior. ”Entre as áreas de geração de lucro, o grupo destacou o crescimento de marcas de maior valor no portfólio, notadamente Casillero del Diablo, que teve um crescimento de valor no terceiro trimestre de mais de 100%, Marques de Casa Concha (+ 30,7%), Trivento Golden (+ 126%) e Don Melchor (+ 55,9%).

“Olhando para o futuro, a empresa continua confiante na sua estratégia, nos seus fundamentos de longo prazo e na sua capacidade de adaptação às mudanças, bem como nas suas metas internas de resultados para 2022”, concluiu Eduardo Guilisasti.

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