FORTIBONE, colágeno da GELITA sob medida para a saúde óssea, estreia no mercado brasileiro

Peptídeo Bioativo de Colágeno é o principal diferencial de produto inovador da Inzyme,.

Alguns hábitos podem ajudar a reduzir o enfraquecimento ósseo, entre eles uma alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e a própria suplementação. Os casos de osteoporose, porém, têm aumentado mesmo com o crescente consumo de suplementos de cálcio. Nesse cenário, uma inovação é o FORTIBONE, Peptídeo Bioativo de Colágeno desenvolvido pela GELITA com foco específico na saúde dos ossos. O FORTIBONE é um produto de alta digestibilidade, não alergênico e atende a requisitos de rotulagem limpa (clean label) por não ter E-Number.

Por conta disso, a Inzyme acaba de lançar no mercado brasileiro o Bone Nutricci, primeiro suplemento para saúde óssea com FORTIBONE em sua composição. “Estamos confiantes de que o produto será um sucesso por uma série de diferenciais, especialmente por incorporar a tecnologia inovadora dos Peptídeos Bioativos de Colágeno da GELITA, já reconhecida em outros mercados e aplicações”, afirma Bruno Brambilla Melo, sócio-diretor da Audacci Nutracêuticos Avançados, de Vinhedo/SP, fabricante do produto e responsável pela marca Inzyme.

MICRONUTRIENTES

O Bone Nutricci é apresentado em formato de pó, para consumo após a diluição em água. A recomendação é pela ingestão diária de um sachê de 15 gramas, dos quais 5 gramas são de FORTIBONE. Afora o Peptídeo Bioativo da GELITA, o produto contém citrato de cálcio, magnésio quelato e vitamina D3, entre outros ingredientes. “Além do formato inovador, a nossa novidade traz uma proposta inédita. São 16 micronutrientes para a saúde óssea em sua formulação, contra quatro ou seis utilizados nos suplementos tradicionais do mercado”, destaca Melo.

Conforme explica a Dra. Geórgia Alvares de Castro, consultora científica da GELITA, FORTIBONE atua no processo anabólico estimulando a biossíntese de colágeno tipo I e componentes da matriz óssea extracelular, desta forma contrabalançando a degeneração do colágeno no osso. “Estudos científicos comprovaram que a suplementação com esse colágeno especial produziu uma melhoria significativa da densidade mineral óssea de mulheres com osteopenia — o estágio que precede a osteoporose e que pode ter início aos 35 anos de idade”, relata a especialista. Informações sobre as comprovações clínicas podem ser acessadas aqui.

“O aumento da expectativa de vida leva à prevalência de atrofia óssea, à perda de densidade mineral óssea e à perda de estabilidade óssea, que apresentam uma relação direta com o índice de fragilidade, comorbidades e por consequência a mortalidade. Alternativas como o uso de suplemento alimentar contendo FORTIBONE podem ajudar a proporcionar maior qualidade de vida para as pessoas e a reduzir os gastos com saúde pública, muitas vezes não apenas devido às patologias associadas, mas à inatividade causada pela aposentadoria precoce por perda da mobilidade”, complementa a Dra. Geórgia.

FORTIBONE é um produto de alta digestibilidade, não alergênico e atende a requisitos de rotulagem limpa (clean label) por não ter E-Number.

MERCADO

As vendas globais de suplementos de cálcio não param de crescer. Após movimentarem US$3,48 bilhões em 2020, elas devem alcançar quase US$5,5 bilhões em 2026, evoluindo a uma taxa média anual de 7,9% até lá (Market Reports). O interesse pelo produto não surpreende. Afinal, cerca de 200 milhões de mulheres no mundo sofrem de osteoporose, segundo a Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). No Brasil, são aproximadamente 10 milhões de casos, de acordo com a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO).

À medida que envelhece, o corpo humano naturalmente perde massa óssea. Os ossos são compostos por cristais minerais mantidos em uma matriz de colágeno. Com o passar do tempo, esses cristais tornam-se extremamente quebradiços e propensos a se romper. Tal condição é acelerada pela osteoporose, que acomete predominantemente as mulheres a partir dos 45 anos ou pós-menopausa, devido a um desequilíbrio hormonal. Segundo uma estimativa do Ministério da Saúde, um terço da população feminina a partir dos 50 anos sofre alguma fratura devido à redução mineral óssea.

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