Descubra 7 motivos para começar os cuidados anti-idade desde cedo

Be Fresh e Esfoliante Tribeca, eficienes para plantar a “boa semente” do tratamento de pele.

Prejuvenation é um dos termos mais falados atualmente e destaca a procura maior pela prevenção de sinais do envelhecimento antes mesmo de aparecerem. “É o que podemos chamar também de pró-age. Ou seja, realizar tratamentos de rejuvenescimento antes mesmo de apresentar rugas ou linhas de expressões mais desenvolvidas”, afirma a cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “Quando começamos o tratamento por volta dos 25 e 30 anos estamos plantando uma boa semente”, completa. Abaixo, diversos especialistas explicam os motivos e os benefícios de iniciar o tratamento desde cedo:

*Aos 25 anos temos o primeiro decréscimo de colágeno: A produção de colágeno é reduzida a partir dos 25 anos de idade. “Sendo uma das proteínas mais abundantes no reino animal, representando cerca de 25% de toda proteína corporal, o colágeno é fundamental para a constituição da matriz extracelular do tecido conjuntivo, sendo responsável por suas propriedades físicas. Em outras palavras, é ele que, juntamente com a elastina, dá elasticidade e sustentação para a pele. Dessa forma, a diminuição dos níveis de colágeno causa a flacidez da pele”, afirma o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Nessa idade temos, fisiologicamente, o primeiro processo de envelhecimento, também com o declínio da produção natural de antioxidantes. “Com o tempo as defesas antioxidantes diminuem e ocorre um desequilíbrio entre nosso sistema de defesa; é o que chamamos de estresse oxidativo. O acúmulo de radicais livres é um dos grandes responsáveis pelo envelhecimento. Escolhas baseadas no controle deste acúmulo comprovadamente podem retardar o envelhecimento. É o que chamamos de antioxidantes, que podem ser incluídos na dieta, na suplementação, nos produtos skincare e no estilo de vida, por meio de hábitos saudáveis”, explica a cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

*Prevenção facilita o tratamento futuro: Quanto mais você se cuidar agora, menor será a intervenção estética que deverá ser feita no futuro. Essa é uma verdade irrefutável. “Para ajudar seu corpo a manter níveis adequados de colágeno de maneira natural, há alguns cuidados que você pode seguir, como evitar toxinas como álcool, tabaco, refrigerantes, gorduras trans e poluição; mas manter a pele hidratada, com boas substâncias, faz toda a diferença”, explica o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo. Também não esqueça de usar produtos que ajudem a renovar as células da pele, como o Esfoliante Tribeca, da BURB. Enquanto peles mais desgastadas pelos agressores ambientais necessitam de tratamentos mais invasivos, quem se cuidou a vida toda pode se beneficiar com bioestimuladores injetáveis, por exemplo. “Diferentemente dos suplementos e cremes de colágeno, os bioestimuladores irão estimular a produção natural de colágeno do corpo, dessa forma, o colágeno é realmente produzido aonde precisa”, diz o médico. Outra novidade é o LipoGlow, que é feito por meio de injeções de gordura na face para melhorar o viço, a luminosidade e o brilho da pele. “A gordura, depois de ser retirada e tratada por meio da lipoaspiração, pode ser reaplicada na face para repor volume e rejuvenescer a pele através do procedimento conhecido como lipoenxertia, que é um dos melhores métodos para devolver harmonia e firmeza ao rosto. Mas a gordura também pode ser aplicada em pontos estratégicos para melhorar o brilho e qualidade da pele”, explica o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). “A gordura, além de não causar rejeição por ser retirada do próprio paciente, confere resultados mais naturais e quase permanentes já que cerca da metade do que foi enxertado se integrará definitivamente ao tecido. Além disso, ela é rica em células-tronco que melhoram a qualidade e o aspecto da pele”, completa o cirurgião plástico.

Você cria uma poupança de colágeno: As intervenções preventivas ajudam a criar uma verdadeira poupança de colágeno, uma garantia futura da proteína de sustentação mais cobiçada quando o assunto é pele. E um dos tratamentos mais indicados nesse ponto é o Ultraderme, uma associação do ultrassom microfocado Ultraction 3D com a radiofrequência microagulhada Eletroderme. “A vantagem de se usar o ultrassom associado à radiofrequência microagulhada é que os tratamentos combinam tecnologias com mecanismos diferentes e com resultados complementares superiores ao uso isolado. O ultrassom tem tecnologia 3D e promove pontos de coagulação na derme e na fáscia muscular promovendo encurtamento das fibras e contração imediata (efeito lifting). Ao mesmo tempo, estimula os fibroblastos a produzirem novo colágeno. Em seguida, a radiofrequência microagulhada é aplicada. As agulhas causam pequenas fissuras na pele que, quando combinadas ao aquecimento de cerca de 70ºC causado pela radiofrequência, estimulam a produção das fibras de colágeno e elastina. Além disso, a técnica promove a reestruturação natural das camadas da pele, estimulando a produção de ácido hialurônico, e induz a criação de novos vasos sanguíneos e o aumento da vasodilatação local, o que contribui para maior oxigenação e, consequentemente, nutrição da região tratada”, afirma o dermatologista Dr. Renato Baldissera, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O procedimento é bem tolerado e a recuperação é rápida. “Os resultados são progressivos, devido ao estímulo de colágeno”, acrescenta o Dr. Renato Baldissera. As sessões do Ultraction 3D são trimestrais, enquanto o Eletroderme pode ser feito mensalmente.

*Sua genética pode não colaborar: O nosso estilo de vida, nossa alimentação, nível de atividade física e nível de estresse modulam a nossa suscetibilidade genética a desenvolver doenças e alterações, inclusive de pele. Muitos médicos indicam exames genéticos também para prevenir e melhorar a performance da prevenção. “Se o paciente fizer um exame genético e apresentar o gene MMP1, isso significa que ele irá ter uma degradação de colágeno após a exposição solar 8 vezes maior do que um paciente que não apresenta o MMP1. Outros genes como o COL1A1 está relacionado a menor produção de colágeno; outro destaque está nos genes SOD2 e CAT, relacionados a menor capacidade antioxidante na pele do paciente. Quando estão presentes, a pele responde menos contra a ação dos radicais livres (que provocam envelhecimento)”, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Nesse caso, se houver propensão genética à menor produção de colágeno, a prescrição será direcionada para o estímulo de colágeno: colágeno hidrolisado verisol via oral, cremes com ativos que estimulam colágeno e procedimentos que aumentam a produção de colágeno na pele como ultrassom microfocado e bioestimuladores de colágeno injetáveis”, explica a Dra. Paola. “A prescrição de cápsulas orais também pode contar com Exsynutriment e In.Cell para um tratamento completo dessas alterações, na medida em que as substâncias são responsáveis por uma maior produção de colágeno”, afirma a nutricionista Luisa Wolpe Simas, consultora de nutrição integrada da Biotec Dermocosméticos.

*O Brasil possui alta incidência de sol: Moramos num país tropical, mas a nossa pele pode sofrer com os índices altos de raios UV. “O ideal é que o filtro solar contenha proteção eficiente contra as radiações UVA e UVB, além de também proteger da luz visível e do calor. Ou seja, o produto precisa fornecer uma proteção de amplo espectro. Além disso, deve ser reaplicado diversas vezes ao longo do dia para manter sua eficácia”, recomenda a Dra. Letícia Bortolini, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A exposição solar sem a devida proteção está ligada a diversos problemas estéticos, como flacidez, manchas, rugas e acentuação do envelhecimento. Use sempre filtro solar, diariamente, independentemente da estação do ano. A exposição continuada sem a devida proteção exigirá tratamentos como o rejuvenescimento ultrafracionado do Pico Ultra 300. “Diferente dos outros lasers de picossegundos, é possível com o comprimento de onda 532nm eliminar os sinais de fotodano, que são os causados pela radiação solar crônica, como pigmento acastanhado e vermelho, que vemos principalmente na poiquilodermia, condição em que há uma combinação de atrofia da pele, aparecimento de vasos e hiperpigmentação”, explica a médica. “Nesse tipo de fotodano, além da hiperpigmentação, o envelhecimento ocorre pela desnaturação e redução de fibras elásticas e colágenas, então Pico Ultra 300 promove uma reorganização dessas fibras, além de aumento da produção dessas proteínas de sustentação da pele”, explica a Dra. Letícia. A grande vantagem, segundo a médica, é o rejuvenescimento sem downtime ou com mínimo incômodo por pouco tempo.

*A poluição 3c (cidades, computadores e comunicação sem fio) prejudica a pele: A poluição libera metais tóxicos (pesados) tais como mercúrio e chumbo, entre outros, que promovem intoxicação no organismo e a formação de radicais livres que resultam em envelhecimento precoce, ou seja, aparecimento de flacidez, linhas de expressão, graças à destruição do colágeno. Os principais ativos antipoluição encontrados em cosméticos são: Exo-P e os antioxidantes Alistin, OTZ 10, PGT1, Overnight Repair e GPS Trealose. Outra forma de poluição é a eletromagnética. A exposição diária e excessiva diante do computador, celular, televisão, por exemplo, pode trazer malefícios como contribuir para o envelhecimento da pele, por causa da radiação emitida, além de ajudar quanto ao aparecimento de manchas.

*Estresse também envelhece a pele: Com a rotina corrida e o estresse, é comum dormir menos. A falta de sono reduz o hormônio do rejuvenescimento, e acelera o processo de envelhecimento. O estresse também afeta nossa pele de maneira importante, fazendo com que nossas células tenham um tempo de vida e atividade diminuídas, acarretando perda da longevidade. Além disso, o estresse está relacionado ao aumento de consumo de doces e açúcar, acelerando disfunções da pele, como a glicação. “A glicação é um dos maiores vilões da nossa pele. Esse processo significa o açúcar destruindo, endurecendo e mudando a estrutura do colágeno dentro da nossa pele. Essa reação pode aumentar acne, rosácea, estimular oleosidade, piorar o aparecimento de rugas, flacidez, manchas e envelhecimento, aumentar as estrias e celulites. A glicação envolve a pele do corpo todo, as alterações aparecem tanto no rosto quanto no corpo”, explica Ludmila Bonelli, cosmetóloga, especialista em dermatocosmética e diretora científica da Be Belle. Então você deve usar um creme antiglicante. “Nos cremes, temos que procurar ativos antiglicantes que tenham uma permeação profunda na pele, atingindo o colágeno. Porque é ele, lá dentro da pele, que ‘glica’ e perde sua funcionalidade de mobilidade e sustentação. Então precisa ter um permeador no dermocosmético, que consiga chegar no colágeno e fazer essa desglicação”, explica a especialista. Uma das novidades é o Be Fresh, da Be Belle. O produto é um clareador de pele e antiglicante (antiaçúcar) e antioxidante. “Ele possui alta tecnologia encapsulada que combate os danos que o açúcar causa a pele, protegendo as proteínas do colágeno contra a glicação e revertendo as hipercromias (manchas). Be Fresh aumenta a saúde imunológica através da ação antioxidante, produzindo um clareamento mais definitivo”, finaliza Ludmila.

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