Baseada no Canadá, brasileira Ana Luísa Ramos lança Flowers pela The Citadel House

Canção é uma versão em inglês de Desconstrução, faixa do álbum que marcou a estreia da cantora e compositora paulista.

Nas últimas duas décadas, a cantora e compositora tem dividido a sua carreira entre os mundos lírico e popular,              (Foto: Lindsay J Ralph)

A tradução em inglês de Desconstrução, certamente não é Flowers. Mas a nova versão da canção que está no disco Um, de Ana Luísa Ramos, lançado em 2016, ganhou este significado: Flowers traz no título a resiliência, uma ideia sobre flores que nascem em meio ao concreto. Imagens, inclusive, que compõem o visualizer da canção, agora, em inglês – assista aqui.

O single também está disponível em todas as plataformas de streaming sob parceria de Ana Luísa com o selo canadense The Citadel House, com o qual a cantora e compositora lançou o segundo álbum, Amanheceu, em 2021. Ouça Flowers aqui.

Segundo Ana Luísa, a música é “inspirada pela cidade de São Paulo e seus incontáveis processos de construção e desconstrução; e fala sobre os rápidos processos de mudança pelos quais a cidade passa e a consequente sensação de efemeridade. As flores representam a beleza perene e imortal”.

E seguindo o significado da canção, o vídeo, realizado por Beatriz Baldan, é um compilado de imagens de flores, ruínas e arquitetura que sobrevivem em meio à modernidade e às mudanças. “A ideia partiu de misturar um pouco de natureza e prédios históricos, que sobrevivem às mudanças e modernização arquitetônica. O visualizer é um tributo à beleza, resiliência, preservação da nossa história, e traz também um pouco de quietude à rotina atribulada, ao excesso de informação e à constante necessidade de modernização da vida. Um vídeo simples, singelo, um pouco de calmaria na correria cotidiana”, comenta Ana Luísa.

Capa do single, que está disponível em todas as plataformas de streaming. (Foto e arte da capa: Brenda Taylor)

CAPA

A arte e foto da capa são assinadas por Brenda Taylor. A imagem, registrada em Montevidéo (Uruguai),  remete às flores que crescem em meio ao concreto das cidades e à beleza que resiste a todas as mudanças.

Desde de 2019, Ana Luísa Ramos reside no Canadá, na província de Newfoundland and Labrador, e foi a partir da parceria com a gravadora canadense The Citadel House, que lançou seu último álbum, Amanheceu, em 2021. Em terras canadenses, o trabalho da artista – que também está à frente do duo Ana & Eric – tem tido uma recepção considerável nas rádios e mídias locais. Tanto que lhe rendeu o prêmio de Jazz Artist of the Year do MusicNL Awards 2021, além de uma nomeação na categoria Global Artist of the Year.

QUEM É ANA LUÍSA RAMOS

Natural de Ribeirão Preto (SP), Ana Luísa Ramos começou a cantar ainda criança no Coral Infantil da Cia Minaz e fez seu debut com a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto aos 14 anos. No início da carreira, Ana participou de diversas óperas, musicais, concertos e cantatas. Em 2007, integrou o Coral Jovem do Estado de São Paulo e em 2009 ganhou o primeiro lugar no Concurso Jovens Talentos – categoria voz, do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza (CE).

Nas últimas duas décadas, a cantora e compositora tem dividido a sua carreira entre os mundos lírico e popular, e se apresentou em países como Áustria e Dinamarca (2013), Argentina e Escócia (2017), Panamá e Uruguai (2018) e Portugal (2017 e 2019), além de shows no Brasil e Canadá. Licenciada em Educação Musical, estudou canto no Brasil, Canadá, Argentina e Áustria. Em sua trajetória, gravou mais de 15 álbuns e EPs para diferentes projetos. Como projeto solo, lançou o primeiro álbum em 2016, Um, já o segundo veio em 2020, Amanheceu é uma parceria com o selo canadense, The Citadel House, parceiro dos trabalhos da artista e também do duo Ana & Eric; projeto que ela tem com Eric Taylor Escudero.

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