É sempre tempo de ver mais cinema brasileiro!

Seleçaõ de filmes nacionais que você não pode perder! (Imagem: Divulgação)

A Sinny tem o orgulho de apresentar um catálogo incrível de projetos nacionais para este ano!

A Miss — de Daniel Porto. Protagonizado por Helga Nemetik, Maitê Padilha, Pedro David e Alexandre Lino, o longa chega aos cinemas com distribuição da Olhar Filmes. O longa foi exibido no Actrum International Film Festival (AIFF), na Espanha; no 18º OMOVIES – Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, na Itália e será projetado no 39º Queergestreift Film Festival Konstanz, na Alemanha.

Anistia 79 — de Anita Leandro. O longa resgata imagens raras de uma Conferência Internacional pela Anistia no Brasil, filmadas por exilados brasileiros em Roma, em 1979, um marco da luta pela Lei da Anistia e pela redemocratização do Brasil. O filme faz parte da programação da 29º Mostra Tiradentes dentro da categoria Olhos Livres.

Ato Noturno — de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. Distribuído pela Vitrine Filmes, o longa foi selecionado para a mostra Panorama e representou o Brasil na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro de 2025. Protagonizado pelo ator revelação Gabriel Faryas, trata-se de um suspense erótico que entrelaça desejo e performance em uma narrativa tensa e sensual sobre identidade e a constante gangorra entre o instinto de se render a ela e a pressão social para negá-la.

A Vida Secreta dos Meus Três Homens — de Letícia Simões. O novo longa da diretora reúne um trio de fantasmas para investigar como o Brasil chegou até aqui. Fernando, boêmio pai de família e colaborador da ditadura militar; Arnaud, adolescente que envolveu-se com um grupo de justiceiros; Sebastião, fotógrafo negro e gay que perdeu o amor de sua vida. Por meio de uma conversa com eles, questões como classe, gênero, raça são discutidas como atravessaram o século XX e chegam ao país de hoje.

A Voz de Deus — de Miguel Antunes Ramos. O documentário brasileiro explora o fenômeno dos “pregadores mirins” no Brasil, acompanhando dois jovens, Daniel Pentecoste e João Vitor Ota, em diferentes fases de suas carreiras de pregação, mostrando as complexidades da fé, fama e o contraste entre o sucesso viral e o futuro incerto em um país em transformação.

Álibi — de Felipe Joffily. Com distribuição da Imagem Filmes, o longa reúne grandes nomes do humor brasileiro, como Leandro Hassum, Miá Mello, Fernanda Freitas, Maurício Destri e Letícia Isnard.

Aqui Não Entra Luz — de Karol Maia. Premiado no 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com os troféus de Melhor Direção e o Prêmio Zózimo Bulbul (concedido por júri indicado pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – APAN), o documentário nasce de uma experiência pessoal: filha de uma ex-trabalhadora doméstica, Karol entrevista mulheres que são trabalhadoras domésticas. As conversas revelam lembranças emocionantes e relatos de situações de violência e exploração que ainda marcam a realidade de milhões de mulheres no Brasil.

Assalto à Brasileira — de José Eduardo Belmonte. Vencedor de três prêmios na última edição do Festival de Brasília, longa do diretor José Eduardo Belmonte relembra um dos roubos mais marcantes da história do Brasil e o mais memorável da história de Londrina

Deus ainda é Brasileiro — de Carlos Diegues. Do clássico Deus é Brasileiro (2003), a aguardada sequência traz uma nova jornada de Deus (Antônio Fagundes) em terras brasileiras. Desta vez, Deus retorna à Terra após uma rebelião dos seres celestiais, que decidem lançar um meteoro para exterminar a humanidade, frustrados com os rumos tomados pelo planeta.

Eclipse — O novo longa-metragem de Djin Sganzerla, que assina a direção, o roteiro, a produção e interpreta a protagonista da obra, foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que acontecerá de 16 a 30 de outubro. O filme, produzido pela MERCÚRIO PRODUÇÕES e com distribuição da Pandora, é um thriller que reflete sobre a violência contra a mulher, ancestralidade, intuição e resistência.

Família de Sorte — de Viviane Ferreira. Com roteiro da dramaturga e roteirista Maria Shu  (‘Irmandade’ 2a temporada, ‘Bom Dia, Verônica’ 2a temporada). O longa tem como protagonista o casal Maicon (Robson Nunes, de ‘Tim Maia’ e ‘Carandiru’) e Jennifer (Micheli Machado, de ‘Todas as Flores’ e ‘Quanto mais Vida, Melhor’), que moram com suas filhas, Bionci (Duda Oliveira) e Riana (Carol Roberto), em um Conjunto Habitacional em São Paulo. Quando Maicon é demitido e as contas apertam, ele decide se inscrever no seu reality show favorito. Para sua surpresa, Jennifer, que foi inscrita secretamente pelo seu irmão, é selecionada e ele não. Maicon terá que assumir sozinho a responsabilidade da casa e os cuidados com as filhas durante três meses, tempo em que Jennifer estará no reality.

Honestino — de Aurélio Michiles. Fusão de documentário e ficção, o filme conta a história de Honestino Guimarães, líder estudantil da geração 68, presidente da UNE e aluno da UnB. Preso cinco vezes por sua militância, Honestino foi sequestrado em 1973, aos 26 anos, e é um dos centenas de desaparecidos da ditadura militar. Baseado em cartas, poemas e imagens de arquivo, dezenas de depoimentos de familiares, amigos e militantes e cenas interpretadas por Bruno Gagliasso.

Malaika — de André Morais. O filme narra a trajetória de Malaika, uma adolescente albina, no interior do Nordeste. A luz do sol é uma ameaça, como também é sua rotina ao lado da mãe, Isabel, uma mulher negra que trabalha para uma família burguesa. Enquanto Malaika busca sua identidade no mundo, um lobo ronda seus caminhos.

Morte e Vida Madalena — de Guto Parente. O filme teve sua première mundial no festival FIDMarseille, integrou a competição internacional da 36ª edição do festival. Em seguida passou pela 49º Mostra Internacional de SP e pelo 58º Festival de Brasília. Filmado no Ceará, o longa acompanha Madalena, uma produtora grávida de oito meses que busca concluir um filme de ficção científica escrito pelo pai recém-falecido, enquanto lida com o caos de sua vida pessoal e profissional.

Nico — de Mariana Youssef, a nova comédia distribuída pela A +Galeria é estrelada por Murilo Benício (“Assalto à Brasileira”) e Kevin Vechiatto (“Turma da Mônica”). O filme coloca seus protagonistas, um pai e um filho com um relacionamento estremecido, para encarar suas diferenças em uma viagem de carro inesperada. De um lado, um adolescente desconstruído, do outro, um comediante quarentão em crise.

Nosferatu — de Cristiano Burlan. O longe é rodado em preto-e-branco e é uma versão livre do personagem-ícone do Expressionismo Alemão, permitindo que sua abordagem para o terror passasse pela angústia de alguém que vive em fuga e não consegue se livrar de fantasmas do passado e do presente. O elenco traz nomes emblemáticos do cinema brasileiro, como Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet (em sua última atuação), ao lado de Rodrigo Sanches, que interpreta o vampiro-título.

O Espelho de Tarsila — de Paschoal Samora. Trata-se de um documentário sobre a vida e a obra da icônica artista Tarsila do Amaral, Nas palavras do diretor: “Articuladora e musa incontestável do modernismo no Brasil, Tarsila agrega em si inúmeros arquétipos e signos de um país com uma história paradoxalmente trágica e telúrica, violenta e romântica.”

O Riso e a Faca — de Pedro Pinho. O filme teve sua primeira exibição no 78º Festival de Cannes e foi um dos mais comentados da mostra Un Certain Regard. O longa conquistou a crítica internacional com sua abordagem estética e narrativa política e arrancou reações calorosas da imprensa.

Pecadora — Com direção de Dainara Toffoli (“Manhãs de Setembro”, “De Volta aos 15”) e roteiro de Camila Raffanti (“O Lado Bom de Ser Traída”, “Olhar Indiscreto”), o longa é uma adaptação do best-seller homônimo da autora Nana Pauvolih. Seu elenco conta com Rayssa Bratillieri (“Elas por Elas”) como a jovem protagonista Isabel e José Loreto (“No Rancho Fundo”) como o sedutor Enrico, Hipólyto (“Últimas Férias”) como Isaque, o marido de Isabel, e Marcos Pasquim (“Fim”) no papel do pastor Sebastião, o pai da protagonista.

Ruas da Glória — Escrito e dirigido por Felipe Sholl. Ambientado no centro do Rio de Janeiro, acompanhamos Gabriel, um jovem professor de literatura que acaba de se mudar para a cidade. Ao conhecer Adriano, um garoto de programa, vive uma paixão arrebatadora que rapidamente se transforma em obsessão. Quando Adriano desaparece, Gabriel inicia uma busca que o leva a mergulhar no submundo da prostituição, onde encontra uma nova rede de amigos.

Um Céu de Estrelas — de Tata Amaral. Um filme atemporal que volta aos cinemas em versão restaurada, com distribuição da Gullane+ no Mês da Mulher. Lançado originalmente em 1996, o filme retrata, com forte intensidade dramática, a violência doméstica e das relações de poder no espaço íntimo.

Um Pai em Apuros — de Carolina Durão. É uma comédia familiar que mostra como o caos pode unir (e transformar) uma família inteira. Conta com Dani Calabresa e Rafael Infante, que vivem um casal em torno dos desafios da vida doméstica.

E muito mais, continue acompanhando!

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