
A pressão por cadeias produtivas mais limpas está acelerando a adoção de novas tecnologias na indústria têxtil global. Uma delas é o tingimento em massa, processo que incorpora o pigmento diretamente na fibra e elimina etapas tradicionais de tingimento. No Brasil, a Diklatex, indústria sediada em Joinville/SC, investe na tecnologia para reduzir consumo de água, químicos e emissões, em um mercado que já movimenta bilhões de dólares no mundo.
Com a linha EcoTone, a Diklatex traz ao portfólio seis artigos que materializam essa proposta: Fitmax EcoTone, Flexim EcoTone, Rise EcoTone, Authentico EcoTone, Maranello EcoTone e Act EcoTone. Em todos, a alta solidez, a ausência de manchas por migração e a estética sofisticada com durabilidade são marcas registradas. O preto assume papel central. Mais do que escolha cromática, simboliza sofisticação e atemporalidade. “O dope dyeing elimina etapas ao integrar a cor na origem, reduzindo drasticamente o impacto ambiental. Ao integrar o pigmento à estrutura da fibra, o EcoTone cria um preto menos suscetível a variações e mais consistente sob tensão, luz e lavagem, um atributo técnico que se torna argumento de moda”, comenta Eduardo Habiztreuter, Engenharia/Pesquisa e Desenvolvimento da Diklatex.
PARALELO COM A DANÇA
Na campanha que apresenta o EcoTone ao mercado, a têxtil cria um paralelo com a dança: não como estética, mas como engenharia do corpo. Na dança, força é controle, eixo, tensão e equilíbrio. Cada gesto elimina excessos para alcançar máxima expressão com mínimo desperdício. Da mesma forma, o EcoTone elimina etapas produtivas ao incorporar a cor diretamente na estrutura do fio, concentrando performance na essência e reduzindo recursos.
Na narrativa visual, o corpo em movimento simboliza precisão; a musculatura profunda representa a tecnologia invisível que sustenta o resultado. O processo de tingimento em massa (dope dyed) reduz em até 90% o consumo de água, em até 98% o uso de químicos e gera até 60% menos emissões de CO₂ e até 90% menos efluentes. Se antes sustentabilidade era camada adicional, o EcoTone propõe outra lógica: ela nasce no centro do processo. O tecido não apenas veste o corpo, dialoga com o movimento. Performance técnica e expressão estética passam a compartilhar a mesma origem. O conceito se traduz na assinatura: “Performance na essência, leveza no impacto.” Sustentabilidade não é acabamento, é estrutura. Máxima expressão, mínimo desperdício. “No EcoTone, cor e performance são inseparáveis: elas nascem juntas na estrutura do fio”, afirma Andreza Groh, desenvolvimento de produto da têxtil.
Embora a técnica exista há anos, sua popularização no Brasil ganhou força a partir de 2019, acompanhando a busca de marcas premium por cadeias produtivas mais sustentáveis. Ao investir na tecnologia e manter estoque estratégico de fios para pronta produção, a Diklatex responde à demanda crescente por controle de processo e agilidade industrial.
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