
Imagens: Free Zone Cultural Action/Divulgação
Artistas que fazem parte da plataforma “Disruptivos Culturais” ganharam um espaço só para eles na área denominada “Free Zone Cultural Action” na COP 30, a conferência mundial que discutirá as mudanças climáticas e os 18 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O evento será realizado entre os dias 10 e 21 de novembro, em Belém do Pará, e deverá atrair os olhares do mundo todo para a sustentabilidade ambiental, bem como das responsabilidades sociais.
“Enquanto estruturávamos o lançamento da Plataforma “Disruptivos Culturais”, fomos convidados pelo SIID ERA junto ao Instituto Cultural Artô a ocupar um dos domos da área denominada ‘Free Zone Cultural Action’, detalha Cris Lindner, CEO da Innovati. “Nosso projeto, parte do movimento Brasil Criativo, no formato de “Art Up” (lançamento artístico), agora tem a missão desafiadora de selecionar os melhores propósitos artísticos e culturais para levar à conferência”.

CURADORIA DE EXPERTS
De imediato, contamos com dois curadores, para Artes Plásticas e Música, especialmente para a COP 30, mas em breve, teremos também, um curador para as Artes Cênicas. “Chico Cortez e Vladimir Stein, inicialmente, serão responsáveis pelas inscrições e projetos de artes plásticas e música, respectivamente”, pontua Lindner. Chico Cortez é artista e designer de repercussão internacional, estudioso em comportamento e mercado e realizador de projetos culturais para diversos setores: arte, cultura, moda, luxo e design. Vladimir Stein é publicitário, chef de cozinha e empresário que atua com casting musical há mais de 30 anos.
“Para o artista, a A palavra “disruptivo” significa algo que pode interromper o curso normal de um processo ou atividade. “É exatamente isso que começa a acontecer com a fase de seleção e integração de artistas de todas as áreas”, considera Chico Cortez. “Trabalho com arte há 40 anos e é a primeira vez que encontro uma via democrática e inclusiva para os artistas”, celebra.
Para Vladimir Stein, por esse meio, , o Brasil vai descobrir um verdadeiro exército de músicos talentosos, mas que não conseguiram, ainda, ‘furar a bolha’ do mercado musical. “A forma como a plataforma Cristal, ancorada por uma equipe de especialistas em Marketing, Comunicação, Gestão e Educação, pode alavancar a carreira musical de tantos talentos é bem simples”, explica Stein. Serviços importantes para os músicos divulgarem e estruturar sua carreira são acessíveis à maioria deles. “Coletiva e colaborativamente, todos os artistas passam a ter condições de ampliar a visibilidade de seu trabalho, expandir seguidores e ganhar mercado”.
PARA A COP30 E MUITO MAIS
Neste momento, o propósito do projeto “Disruptivos Culturais” tem como meta chegar com trabalhos incríveis ao “Free Zone Action”, mas não acaba por aí. Este é só o começo de uma jornada que tem tudo para expandir rumo a metas grandiosas. O fomento das artes, especialmente as que estão excluídas do mercado consumidor e do grande público, é um propósito desenhado que integra experiências de mercado e a inovação da inteligência artificial. “Esse projeto é maior do que nós e é isso que nos instiga a abrir espaço para tantos artistas disruptivos, para que eles também encontrem seu lugar ao sol. No Brasil o sol e os talentos artísticos são os mais abundantes do mundo”, admira Cris Lindner.
ALVANCANDO CARREIRAS
A ideia do projeto “Disruptivos Culturais” é que cada artista possa ter uma base profissional de Marketing, Assessoria de Comunicação Estratégica, bem como Gestão e Orientação de Carreira, Negócios, Transformação Digital, dentre outras vantagens, para expandir sua arte de forma plena, com custos acessíveis e operação transparente. E neste momento, possa estar presente com seu trabalho artístico na COP 30, entre grandes nomes das artes que já foram confirmados na programação-eixo do evento.
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