De acordo com uma pesquisa da consultoria Grand View Research, o mercado global de cosméticos naturais e veganos deve atingir US$19,37 bilhões até o fim de 2025.

(Fotos: Bio Bio Cosméticos)
Uma parcela grande de obstetras e demais médicos especialistas da mulher já orienta as pacientes no consultório: gestantes e lactantes não podem utilizar produtos que contenham substâncias químicas nocivas, pois elas podem ser passadas através da placenta ou do leite materno e gerar danos irreversíveis à saúde do bebê.
A alternativa é utilizar cosméticos com fórmulas limpas, ingredientes naturais e veganos, biodegradáveis e, principalmente, livres de toxinas, para que o bebê não corra riscos de malformação ou problemas de desenvolvimento. Os produtos naturais, além de serem próprios para essa fase da vida, mantêm o cuidado de alta performance na pele das mamães.
A nutricionista materno-infantil Sarina Antoniassi, que atua no Eco Medical Center, explica que compostos como fitalatos, amônia e chumbo são exemplos de xenobióticos, ou seja, são substâncias químicas que não pertencem naturalmente ao organismo humano e, ao serem ingeridas, inaladas ou absorvidas pela pele, podem causar alterações metabólicas, hormonais ou neurológicas.
“Esses componentes estão presentes em esmaltes, perfumes, cremes, tinturas e até procedimentos como escovas progressivas. Eles passam para o bebê por meio da placenta ou do leite materno e podem causar prejuízos importantes”, alerta.
ATENÇÃO COM OS XENOFÓBICOS
O cuidado com os xenobióticos vai além dos cosméticos. Sarina também chama atenção para a presença dessas substâncias em alimentos industrializados e utensílios de cozinha. “O ideal é escolher alimentos orgânicos sempre que possível e evitar o uso de plásticos e panelas com materiais inadequados. Panelas de inox, porcelana ou aço cirúrgico são opções mais seguras nesse período”, orienta.
Isso porque, durante a gestação e a amamentação, o corpo da mulher funciona como um elo direto entre o ambiente e o bebê. Mesmo que a placenta filtre muitas substâncias, nem todas ficam de fora. E no caso do leite materno, embora o nível de absorção de compostos químicos seja menor, ainda existe risco. “Algumas substâncias não são absorvidas pelo sistema digestivo do bebê, mas outras podem causar impactos ainda desconhecidos ou já comprovadamente nocivos”, explica Sarina.
COMO AS SUBSTÂNCIAS TÓXICAS CHEGAM AO BEBÊ
A placenta – órgão que separa o feto do endométrio uterino e que, juntamente com o cordão umbilical, tem a função de transportar nutrientes entre a mamãe e o bebê – pode transportar substâncias (boas e ruins) para a criança.
As substâncias transportadas na circulação feto-materna são gases (oxigênio, dióxido de carbono e monóxido de carbono), nutrientes (água, glicose, aminoácidos e vitaminas), hormônios, eletrólitos, anticorpos maternos, produtos de excreção, agentes infecciosos, mas também substâncias presentes em cremes, esmaltes, shampoo, pomadas, entre outros.
Já no que se refere a lactação, a estrutura da mama é composta de cerca de 25 lobos mamários em cada mama e esses, por sua vez, são formados por 10 a 100 alvéolos onde estão contidas as células mioepiteliais. Entre os lobos mamários há tecido adiposo, tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, tecido nervoso e tecido linfático. O leite produzido é armazenado nos alvéolos e nos ductos.
“É importante ressaltar que a placenta é muito mais permeável do que o tecido das mamas. Entretanto, ainda assim uma pequena parte das substâncias passa para o leite materno. Algumas não são absorvidas pelo sistema digestivo do bebê, mas há medicamentos cuja absorção e efeitos não foram estudados e outros que são comprovadamente prejudiciais”, afirma Sarina.
AMAMENTAÇÃO
Entre os produtos que podem estar contidos em cosméticos e ser levados para o feto ou para o bebê durante a amamentação estão a isotretinoína, que tem o uso contraindicado neste período e está presente em cremes e medicamentos para tratamento de acne; e a Coenzima Q10 (Ubiquinona), presente em cremes hidratantes.
Ainda devem ser acrescentados à lista os parabenos, que apresentam grande potencial de atravessar a membrana placentária e causar malformações ou alterações no bebê. O componente químico está presente em cremes hidratantes, desodorantes, shampoos e maquiagens, ou seja, cosméticos muito presentes no dia a dia e que são aparentemente inofensivos.
ESCOLHAS NATURAIS NA GESTAÇÃO

Quem viveu essa preocupação na prática foi a empresária Talita Rinaldi, mãe do pequeno Ravi, de 10 meses. “Sempre tive o hábito de usar cosméticos naturais, mas durante a gravidez e a amamentação fui ainda mais cuidadosa. Minha ginecologista recomendou evitar qualquer produto com ingredientes tóxicos, e isso se tornou uma prioridade para mim”, conta.
Esse cuidado está alinhado com uma tendência global: o mercado de cosméticos naturais e veganos, de acordo com a consultoria Grand View Research, deve movimentar mais de 19 bilhões de dólares até o final de 2025.
A médica dermatologista Vanessa Ottoboni, especialista em dermatologia natural e integral, aponta que produtos com fórmulas limpas e livres de toxinas têm ganhado força por serem biocompatíveis. “Ou seja, eles têm uma estrutura mais próxima à da nossa pele, o que reduz o risco de reações alérgicas e aumenta a eficácia”, explica a médica adepta do Clean Beauty, de cosméticos 100% naturais e veganos.
Nesse cenário, marcas como a Bio Bio Cosméticos vêm se destacando por oferecer alternativas seguras para gestantes e lactantes, como hidratantes, maquiagens, produtos para a pele do corpo e do rosto e proteção solar 100% mineral. Entre os lançamentos recentes da marca está o Hidratante Facial Bio-Retinol Hyalu Water Stick, com bio-retinol derivado de algas vermelhas e ácido hialurônico vegetal extraído da manteiga de tucumã — ingredientes naturais que promovem hidratação profunda e renovação celular, sem agredir a pele nem o meio ambiente.
“O hidratante facial não tem nada de origem animal, ou origem petrolífera que seja prejudicial a pele ou meio ambiente, o que também ajuda a preservar ecossistemas e manter a pele hidratada de forma mais saudável. Acreditamos que a beleza deve estar alinhada com a saúde”, explica Thiago Pissaia, Head de Operações da Bio Bio.
Outro cuidado essencial está na proteção solar, não só para as mamães, mas para homens e mulheres em qualquer idade. A linha Sunnature da Bio Bio traz protetores solares minerais com barreira física, que oferecem uma alternativa muito mais segura e menos agressiva que filtros químicos, sendo ideais para peles sensíveis e para esse momento tão especial na vida das mulheres.
Todas as fórmulas da BioBio são dermatologicamente testadas. E o hidratante facial teve sua eficácia comprovada através de uma pesquisa, feita por um instituto independente.
A BIO BIO
A Bio Bio é uma marca paranaense de cosméticos veganos de origem natural, ou seja, não utiliza substâncias prejudiciais em suas formulações como parabenos, petrolatos, alumínio, entre outros componentes químicos nocivos ao corpo humano e ao meio ambiente. São produtos de alta performance e multifuncionais, que unem eficiência e naturalidade para amplificar a rotina de beleza e a proteção solar com mais saúde e longevidade da pele.
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