Metade das mulheres na menopausa sofrem de apneia

Perda de progesterona e aumento de gordura abdominal aumentam a prevalência.

O ronco é apenas um dos sinais da apneia do sono.

Embora acredita-se que homens sofram mais com apneia obstrutiva do sono do que as mulheres (4% versus 2%), as diferenças no que diz respeito à prevalência desse distúrbio do sono diminuem conforme a idade, principalmente quando a mulher se aproxima da menopausa. É o que diz estudo que sugere que os hormônios sexuais femininos têm um efeito na patência (um termo médico usado para se definir a capacidade de manter uma via desobstruída) das vias aéreas superiores e / ou no drive ventilatório.

O hormônio progesterona é um conhecido estimulante respiratório que colabora no aumento do tônus muscular da via aérea. Porém, os níveis de progesterona diminuem após a menopausa. “Há grande prevalência de insônia e apneia após a menopausa. Cerca de 60% das mulheres menopausadas se queixam de insônia. Dessas, cerca de metade apresenta apneia ao ser avaliada por especialista. A perda dos hormônios femininos nessa fase, em especial a de progesterona, bem como aumento de gordura abdominal aumentam a prevalência de apneia nas mulheres após a menopausa”, conta a Dra. Helena Hachul (UNIFESP), ginecologista especialista no sono na mulher.

Entre alguns dos sintomas da apneia estão cansaço, sonolência excessiva, irritabilidade e problemas de memória. Cerca de 75% dos brasileiros relatam ter, pelo menos, uma queixa de sono, sendo as mais comuns: sono leve e insuficiente, ronco e insônia. De acordo com a Sleep Foundation, são recomendadas de 7 a 9 horas de sono, por volta dos 16 aos 64 anos, idade que compreende a mulher na menopausa (entre 45 e 55 anos). Segundo a Associação Brasileira do Sono, aproximadamente, 108 milhões de brasileiros podem ter algum distúrbio do sono.

Tecnologia

Pacientes já podem realizar exame diagnóstico da apneia do sono simplificado (poligrafia), sem sair de casa e com total autonomia. “O ronco é apenas um dos sinais da apneia do sono. Para essas mulheres e qualquer outra pessoa, desde que com orientação de médico especializado, é possível fazer o diagnóstico em domicílio por meio de um dispositivo simples e fácil de usar, que registra na nuvem, entre outros dados, o fluxo de ar nasal e esforço respiratório durante o sono, permitindo avaliar a maioria dos tipos de distúrbios respiratórios”, declara Alexander Gaya, gerente de Desenvolvimento de Mercado da ResMed para América Latina. A empresa estará na feira Hospitalar apresentando todas suas soluções de tecnologia conectada para distúrbios respiratórios do sono.

SERVIÇO:

Hospitalar 2018

Data: 22 a 25 de maio

Horário: das 11 às 20 horas

Local: Pavilhão Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP

A plataforma AirView e os dispositivos ResMed podem ser encontrados nos seguintes estands: VitalAire | Lumiar | JG Moriya | White Martins |ASSOBRAFIR

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