Flacidez vaginal tem tratamento

A região íntima também sofre com os efeitos do envelhecimento.

*Por Rodrigo Ferrarese

A flacidez vaginal é nada mais do que o processo natural do tempo. Assim como rosto, braços, pescoço, a região íntima também sofre com os efeitos do envelhecimento. A boa notícia? Há tratamento.

A pele é o maior órgão do corpo e, assim como todos os outros, sofre com o envelhecimento. As áreas mais expostas, como o rosto, deixam os sinais mais evidentes, porém as áreas cobertas, como a vulva, também apresentam os efeitos do tempo. O principal deles? A flacidez.

Não é somente a pele que fica flácida, mas também os chamados tecidos de sustentação. E isso, exatamente como no rosto, braços, pescoço, acontece também na região íntima. É o que chamamos flacidez vaginal.

À medida que as mulheres chegam mais próximo da menopausa, ocorre uma queda hormonal significativa. Com essa baixa de hormônios, esse tecido da pelve que mantém os órgãos pélvicos firmes e suspensos, perde fibras de colágeno, levando à flacidez.

Mas não podemos culpar somente o tempo pela flacidez vaginal. Outro fator muito importante é a falta de exercícios focados na musculatura pélvica. Para não ter coxas, abdome e até o famoso “tchauzinho” flácidos, você precisa fazer exercícios, certo? Com a estrutura de sustentação da região íntima funciona da mesma maneira.

A gravidez também é outro fator que pode contribuir para a flacidez vaginal, pelo parto, mas também pelo trauma ocasionado pelo peso do útero com o bebê. Sim! Mesmo com uma cesárea, só a gestação já pode ser um fator de risco.

Por fim, temos o tabagismo como um velho amigo do envelhecimento precoce, mas não custa lembrar dele.

Vale lembrar que o problema da flacidez vaginal não é necessariamente estético, mas o déficit na qualidade de vida que ela traz, por diminuição na saúde sexual. A Organização Mundial da Saúde já estabeleceu que a saúde sexual faz parte da saúde integral do indivíduo. Com essa flacidez, algumas mulheres acreditam que não são capazes de sentir prazer durante a relação ou têm esse prazer reduzido.

Mas temos uma boa notícia. Graças ao avanço da tecnologia, é possível usar alguns aparelhos para tratar esses casos, como laser e radiofrequência. Eles emitem ondas eletromagnéticas que, como consequência, elevam a produção de colágeno, melhorando a flacidez vaginal. É um tratamento rápido, indolor, sem necessidade de repouso e com respostas rápidas. Com poucas sessões, já é possível restabelecer a qualidade de vida perdida.

Dr. Rodrigo Ferrarese é formado pela Universidade São Francisco, em Bragança Paulista. Fez residência médica em São Paulo, em ginecologia e obstetrícia no Hospital do Servidor Público Estadual. Atua em cirurgias ginecológicas, cirurgias vaginais, uroginecologia, videocirurgias; (cistos, endometriose), histeroscopias; ( pólipos, miomas), doenças do trato genital inferior (HPV), estética genital (laser, radiofrequência, peeling, ninfoplastia), uroginecologia (bexiga caída, prolapso genital, incontinência urinaria) e hormonal (implantes hormonais, chip de beleza, menstruação, pílulas, Diu…). Mais informações podem ser obtidas pelo site https://drrodrigoferrarese.com.br/

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