Em razão das chuvas registradas no último final de semana, a apresentação prevista para ser realizada na Praça da Liberdade precisou ser adiada e será realizada neste sábado(15/11), às 11h, na Praça JK, no Sion.

Fotos: Maria Cheib – Reverso-Filmes/Divulgação
“Recriar”, a mais nova criação do Camaleão Grupo de Dança, vem ocupando praças de Belo Horizonte e Contagem. A temporada de estreia da montagem será finalizada neste sábado com a apresentação na Praça JK. Com direção coreográfica de Inês Amaral e Vanilton Lakka, o espetáculo é um resultado de um processo de pesquisa e de criação coletiva que contou com a participação dos cinco bailarinos que estão em cena. A temporada é viabilizada graças ao patrocínio do Instituto Unimed-BH, da Veminas Caminhões e Ônibus e da Mason Holdings, e o apoio da Coreto Cultural.
Pensado para ser apresentado em espaços públicos, “Recriar” nasce do desejo de retomar o convívio e a escuta em tempos de distanciamento e velocidade. A obra propõe um mergulho na urgência do encontro e da presença, convidando o público a reaprender a estar junto — de forma leve, criativa e consciente.

CRIAÇÃO COLETIVA
Cinco intérpretes — Dalton Walisson, Isabela Guerra, Ivo Igino, John Morais e Mariana Chalfum — exploram, por meio do corpo e do jogo, a potência do lúdico, da simplicidade e da atenção ao outro. O espetáculo convida à prática viva da convivência, como exercício de escuta, cooperação e criação compartilhada.
“A criação coletiva é a essência do Recriar. Cada intérprete trouxe suas vivências, corpos e percepções para a cena, onde juntos construímos uma obra que reflete o diálogo, o respeito e a escuta como fundamentos da dança e da convivência humana”, destaca Inês Amaral, uma das diretoras. “Apresentar a dança em espaços públicos é também uma escolha política e poética: queremos levar a arte para lugares onde as pessoas passam, trabalham e vivem, rompendo as fronteiras entre o palco e a rua, entre o artista e o cidadão. A cidade torna-se palco e o encontro da Arte”, complementa Marjorie Quast, diretora geral e fundadora do grupo.
O projeto também contempla oficinas ministradas durante seis meses pelo grupo para bailarinos em formação. As oficinas foram gratuitas e direcionadas a jovens bailarinos que buscam aperfeiçoar sua técnica e desenvolvimento artistico e contou também com a participação especial de bailarinos do “Grupo Somos” do Projeto “Somos Comunidade”. “Encontro” é o momento em que o grupo apresenta a expressão final desse percurso, revelando ao público a força criativa e transformadora das ações formativas vivenciadas. É uma semente de tudo o que está por vir. Um convite a seguir juntos, recriando não apenas o que vemos, mas o modo como escolhemos estar no mundo.
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