Pesquisa inédita da Pfizer revela que 71% das mulheres no Brasil desconhecem a idade de início de uma das principais causas da osteoporose

Apenas 55% das entrevistadas consomem alimentos fonte de cálcio todos os dias, e a grande maioria desconhece a idade que começa a perda de cálcio dos ossos, uma das principais causas da osteoporose.

Apenas 55% das entrevistadas consomem alimentos fonte de cálcio todos os dias, e a grande maioria desconhece a idade que começa a perda de cálcio dos ossos, uma das principais causas da osteoporose.

Uma pesquisa inédita no Brasil revela um dado importante para as mulheres. A Pesquisa A Hora Certa de Cuidar da Saúde dos Ossos, desenvolvida pela Pfizer Consumer Healthcare em parceria com a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO), revela que 71% das mulheres desconhecem o fato de que a perda de cálcio dos ossos começa a partir dos 35 anos, momento em que principalmente as mulheres devem redobrar seus cuidados com o consumo de cálcio. A osteoporose, condição metabólica caracterizada pela diminuição da densidade óssea, pode ser prevenida com a adoção de hábitos saudáveis.

O levantamento mostra ainda que, apesar de 98% das entrevistadas afirmarem ter conhecimento sobre a osteoporose e 94% acreditarem na prevenção da doença, apenas 55% consomem alimentos fonte de cálcio todos os dias, e ainda em quantidade abaixo da recomendada. Os dados trazem também a informação de que apenas uma em cada quatro mulheres toma sol todos os dias. “A pesquisa confirma que existe consciência sobre o impacto da osteoporose na qualidade de vida dos pacientes, mas que o desconhecimento sobre a prevenção ainda é grande”, destaca Sebastião C. Radominski, presidente da ABRASSO.

Outros estudos afirmam o mesmo dado encontrado na pesquisa realizada pela Pfizer e pela ABRASSO. A Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, alerta para o fato de que 90% da população tem um consumo inadequado de cálcio. Já o estudo Brazos, realizado pela UNIFESP, aponta que o consumo médio de cálcio da população brasileira é 400 mg, enquanto a ingestão diária recomendada para adultos é 1000 mg.

Metodologia

A Pesquisa foi realizada pelo Instituto Qualibest, de forma quantitativa online, a partir de questionário de autopreenchimento, estruturado via web, com painelistas do instituto. Foram realizadas 500 entrevistas com mulheres entre 30 e 60 anos, das classes ABC, em todo o País, com amostra proporcional à distribuição da população internauta brasileira, por região demográfica. As entrevistas foram aplicadas entre os dias 15 e 28 de setembro de 2014. A margem de confiança é de 95%.

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