HCor e Ministério da Saúde treinam profissionais das UBS para estimularem crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus

Por meio da capacitação à distância, 420 profissionais do Sistema Único de Saúde dos Estados da Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte, como fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, entre outros irão aprender a estimulação precoce em crianças de 0 a 3 anos, que apresentam alterações do desenvolvimento neuropsicomotor decorrentes de infecção congênita pelo vírus Zika, como estimulação auditiva, visual, motora, sensorial, cognitivo e de linguagem.

 Todas as crianças, inclusive aquelas com atrasos no desenvolvimento e complicações neurológicas, podem aprender e desenvolver habilidades.

Todas as crianças, inclusive aquelas com atrasos no desenvolvimento, podem aprender e desenvolver habilidades.

O HCor (Hospital do Coração), por meio do seu Instituto de Ensino e do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), em parceria com a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) está capacitando profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para aprenderem a estimulação precoce de crianças com alterações decorrentes da Síndrome Congênita do vírus Zika (crianças com microcefalia).

Por meio da capacitação à distância, profissionais do Sistema Único de Saúde dos Estados da Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte, como fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, médicos, entre outros profissionais, irão aprender a estimulação precoce em crianças de 0 a 3 anos, que apresentam alterações do desenvolvimento neuropsicomotor decorrentes de infecção congênita pelo vírus Zika, como estimulação auditiva, visual, motora, sensorial, cognitiva e de linguagem.

As matrículas terminam no dia 15 de março, para os candidatos que concluíram o Módulo de Estimulação Precoce, disponibilizado na modalidade EAD – na plataforma Ambiente Virtual do SUS (AVASUS).

Mais qualidade de vida

De acordo com a Gerente de Ensino do Instituto de Ensino do HCor (Hospital do Coração), Maressa Ribeiro, durante as atividades, os profissionais aprenderão a abordar a família, preparando-as para a continuidade do cuidado em casa com as crianças. “Isso favorece o apego e reforça que os pais também são fundamentais durante o período de estimulação precoce. O plano pretende que a criança tenha mais qualidade de vida, minimizando possíveis sequelas decorrentes da doença. O apoio familiar deve ser oferecido pelos profissionais de saúde, e visa o acolhimento mais cuidadoso e carinhoso possível para a criança com a síndrome”, esclarece Maressa Ribeiro.

A microcefalia é uma condição neurológica rara, em que a cabeça e o cérebro da criança são significativamente menores do que a de outras da mesma idade e do mesmo sexo. Geralmente, é diagnosticada no início da vida e resulta do crescimento insuficiente do cérebro durante a gestação ou após o nascimento. “A estimulação realizada desde os primeiros dias de vida potencializa o desenvolvimento e melhora a qualidade de vida. A estimulação da criança de até três anos de idade é importante para reduzir o nível de comprometimento causado pela mal formação”, explica a Gerente de Ensino do Instituto de Ensino do HCor.

A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para as crianças com microcefalia e complicações neurológicas é promover o seu desenvolvimento. Todas as crianças, inclusive aquelas com atrasos no desenvolvimento e complicações neurológicas, podem aprender e desenvolver habilidades. Os pais, cuidadores e professores podem auxiliar o desenvolvimento destas crianças através do envolvimento em atividades cotidianas e no brincar.

SERVIÇO:

Para saber mais acesse: http://produtoseservicos.hcor.com.br/

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